Viajar pelo Mundo

Viajar pelo Mundo pode ser por perto. Já conhece o bairro vizinho?
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Viajar pelo Mundo

Viajar é algo que traz aprendizado. Sozinha, acompanhada, perto, longe, muito longe…

No viajar, nossa mente se abre para o Mundo!

Acredito, que o mais importante é trazer dentro do coração todas as sensações, imagens, cores e sabores apreendidos na viagem para usá-los como inspiração no nosso dia a dia.

Deixo aqui um texto feito pela minha amiga querida Maria Rita, que adora viajar e contar estórias (e eu adoro ouvi-las). Simples e ao mesmo tempo, muito chique, ela fala de lembranças da infância, sensações, viagens e estórias, muitas estórias.

Viajar pelo Mundo – por Maria Rita Hurpia

Viajar pelo Mundo pode ser por perto. Já conhece o bairro vizinho? A cidade que fica logo ali? Viajar significa mostrar novos caminhos para o cérebro, a fim de mantê-lo ativo e retardar o envelhecimento.

Férias

Antigamente viajar nas férias era difícil, pois nem todos tinham carro. Avião era caro e não havia tantos ônibus. Mas lembro com alegria de umas férias longínquas … perdidas no passado, mas presentes no coração.

Prof. Dalvina

Prof. Dalvina, a dona Dalvina reuniu a garotada e organizou um passeio para o Balneário de Camboriú. Eu ignorava que era uma praia famosa. Era pouco distante de casa … mas naquela época parecia longe.

D. Dalvina era nossa vizinha, professora da escola, depois diretora e hoje, nos seus mais de 90 anos é escritora e uma simpatia.

Véspera

Lembro, que na véspera dormi pouco … acho que sim … sonhando com o passeio … ou dormi bastante?!?!?!

Balneário de Camboriú

A imagem permanece… aquela imensa baía podia ser vista de ponta a ponta, ainda bem que a respiração é involuntária, pois senão eu esqueceria de respirar. E assim, com a alegrai infantil brincamos o dia todo na areia e na água e quase no final da tarde ela conseguiu que visitássemos o Hotel Marambaia, um prédio redondo, que nem sei se ainda existe. Era de uma arquitetura esplendorosa, como eu jamais vira.

Foi só um dia, mas inapagável da memória e do coração.

E casou

Vou contar uma história que é de outra pessoa, mas é linda e vou contar.

Era uma vez uma linda jovem, arquiteta, que resolver passar o Carnaval em Salvador. Não iria pular, seu objetivo era apreciar a beleza da capital baiana, a arquitetura, a alegria daquela gente e também, saborear a culinária.

Nesses passeios, conheceu um italiano … e assim, começaram a se corresponder, ele veio ao Brasil conhecer a família dela, casaram e até onde conheço da história foram felizes para sempre.

Viajar pode dar em casamento.

Viajar hoje

Mas, hoje os tempos são outros, viajar é mais fácil. Pois há excursões, agências de turismo, sites para compras de passagens e reserva de hotéis. Ainda dá para parcelar, além de podermos ler a opinião de outros viajantes sobre locais e hotéis.

Pompéia

Amo viajar e lembrar de viagens afloram emoções … alegria, saudade, lembranças mil … Pompéia foi destruída no século I, depois de Cristo, por larvas do vulcão Vesúvio, que atingiram 700 graus.

Na Itália é difícil escolher onde passear, mas fomos à Pompéia em uma tarde chuvosa.

No bar

Saímos de Nápoles de trem, no caminho era possível observar o majestoso Vesúvio e assim, chegamos na parte moderna de Pompéia. Era começo de tarde, e como no parque arqueológico não tem cantinas, então fomos lanchar primeiro. Foi uma boa resolução, pois conversando com o pessoal do bar colhemos dicas preciosas.

Na agência

Assim, com um vendedor que já nos rodeava desde a descida do trem, fomos a uma agência. E lá, compramos o bilhete de ingresso no parque, o transporte até o portão de entrada e um aparelho que parecia um celular tijolão antigo, onde escolhemos o idioma.

Tijolão tradutor

Pensamos se valeria a pena … 15 euros e dois tijolões custariam um total de 18 euros. Será? Mas, foi uma das melhores aquisições. Pois, já na Pompéia antiga, digitávamos o número da quadra e o número da casa e vinha a história do local. Também discorria sobre os hábitos pompeenses, como cozinhavam, como dormiam, etc.

Pompéia e as emoções

A cidade de Pompéia é composta por quarteirões de casas de pedra, ginásios de esportes e teatros circulares. Imaginar que aquele povo foi petrificado por lavas incandescentes, causa emoção, respeito e admiração.

Assim, passeamos nos escondendo da chuva, um pouco em silêncio, são quadras e quadras e exige preparo físico. Quase no final do passeio, um lindo jardim e uma casa protegida com vidros, onde permanecem corpos petrificados há quase 2.000 anos.

Saímos do sítio arqueológico, já sem chuva, em silêncio e saboreamos um dos melhores cafés da Itália.

Uma dica da Dra Lilian

Algo que tento fazer em cada viagem é aprender uma receita local que provei e adorei. Assim, toda vez que repito a receita em casa, mantenho vivo os momentos que vivi. Isto é o que aconteceu quando comi pela primeira vez um cuscuz de tapioca nas praias de Trancoso, na Bahia. Uma delícia para quem gosta de coco! É incrível, mas toda vez que como o bendito cuscuz, lembro-me das belezas das praias, do mar, do céu azul, das pessoas, da pousada, das casinhas coloridas, e das noites no Quadrado.

Viajar

Viajar, normalmente promove Bem Estar, novos conhecimentos e novos sabores, enriquece a Mente e retarda o envelhecimento.

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Sobre o autor

Lilian Kiyomura

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